sexta-feira, 10 de junho de 2022

Em Joselândia, grupo de criminosos explodem agência do banco Bradesco







Durante a madrugada desta quinta-feira (9), a agência do Bradesco da cidade de Joselândia, interior do Maranhão foi explodida por um grupo de criminosos. De acordo com informações da polícia, o grupo ainda fez refém o motorista da ambulância do hospital municipal da cidade.

Segundo a polícia, os bandidos chegaram a Joselândia e se deslocaram até o banco. No local, eles fizeram refém o motorista da ambulância do hospital da cidade. Logo após, a agência do Bradesco foi explodida.

Dois caixas eletrônicos do banco foram destruídos, o cofre por sua, vez não teve maiores danos. Os assaltantes fugiram em um veículo Gol preto em direção ao município de Pedreiras. Os policiais foram acionados e estão fazendo as buscas na região para prender os assaltantes.


Juíza decreta prisão temporária de suspeito em caso de desaparecimento


 A Justiça decretou, na noite dessa quinta-feira (9), a prisão temporária por 30 dias corridos de Amarildo da Costa de Oliveira, 41 anos, conhecido como “Pelado”, preso em flagrante na última terça-feira (7) pela Polícia Federal.


Ele é suspeito de estar envolvido no desaparecimento do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira após a PF encontrar vestígios de sangue em sua embarcação. 

A decisão foi tomada pela juíza plantonista Jacinta Santos durante a audiência de custódia de Oliveira realizada na Comarca de Atalaia do Norte (AM). O processo segue em segredo de justiça.

Oliveira foi preso durante uma abordagem por posse de drogas e munição calibre 762, de uso restrito. Ele também estava portando armamento de caça. 

Nesta quinta-feira, a Polícia Federal pediu a prisão temporária de Oliveira, pedido que foi atendido pela Justiça. 

Phillips, que é colaborador do jornal britânico The Guardian, e Pereira, servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram vistos pela última vez na manhã de domingo (5), na região da reserva indígena do Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares. Eles se deslocavam da comunidade ribeirinha de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), quando sumiram sem deixar vestígios. 

O indigenista já havia denunciado que estaria sofrendo ameaças na região, informação confirmada pela PF, que abriu procedimento investigativo sobre essa denúncia. Bruno Pereira estava atuando como colaborador da União das Organizações Indígenas do Vale do Javari (Univaja), uma entidade mantida pelos próprios indígenas da região.

O Vale do Javari concentra 26 etnias indígenas, a maioria com índios isolados ou de contato recente. Além disso, fica na fronteira com o Peru e é rota de circulação do tráfico internacional de drogas. É uma região considerada perigosa pelas autoridades. 

quinta-feira, 9 de junho de 2022

No “morro do macaca”, um casal é preso pelo crime de tráfico de drogas

 

 

 

Durante a tarde dessa quarta-feira (8), a Polícia Civil do Maranhão realizou uma ação voltada para o cumprimento de mandados de busca e apreensão em uma residência localizada na invasão conhecida como “Morro da Macaca”, em Miranda do Norte. Na ocasião, um casal foi preso em flagrante.

O homem, de 41 anos de idade, e a mulher, com 31 anos, são suspeitos pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e receptação.

Samuel Morita, delegado encarregado do caso, informou que, juntamente com o casal, foram encontradas dezenas de pedras da droga crack, uma motocicleta adulterada e algumas jóias de origem supostamente ilícitas. Os materiais encontrados apontaram a suspeita de crimes cometidos e, por consequência, o casal foi preso em flagrante.

O homem e a mulher foram conduzidos para uma unidade prisional, logo após prestarem formalidades legais à Delegacia de Polícia Civil de Miranda do Norte, onde estão à disposição do Poder Judiciário.

Homem acusado de feminicídio é condenado a 33 anos de reclusão, em Alcântara


 

O Tribunal do Júri da Comarca de Alcântara condenou o réu Clayton Mendes Pinheiro a 33 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, e 256 dias-multa.

O julgamento, realizado no auditório do IFMA de Alcântara, durou cerca de 12h e foi presidido pelo magistrado Rodrigo Terças, titular da comarca, que determinou o cumprimento da pena no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Clayton Pinheiro era acusado de ter praticado, na madrugada do dia 20 de novembro de 2017, em Alcântara, crime de feminicídio contra sua esposa e ainda ocultado o cadáver.

Narra o processo, que a vítima teria desaparecido sem dar maiores explicações e sem se despedir da família, após ter passado a tarde e noite anterior na companhia do marido, sendo que depois desse episódio não foi mais vista.

Após as investigações conduzidas pela Polícia Civil, apurou-se que o acusado matou a esposa, queimou as suas roupas e usou o telefone celular da mesma para mandar mensagens para o filho do casal e para o patrão dela, com a intenção de fazê-los acreditar que aquela teria ido embora da cidade na companhia de outro homem.

Durante o julgamento, o Ministério Público acusou o réu pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver da vítima. Já a defesa, desenvolveu a tese de absolvição do acusado por falta de materialidade do fato e inexistência de indícios suficientes de autoria ou participação do réu.

Prisão em flagrante

Durante o julgamento, o juiz Rodrigo Terças, presidente do Júri, autuou em flagrante delito um homem por crime de falso testemunho prestado ao Plenário do Tribunal do Júri.

O homem foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Alcântara para registro do Auto de Prisão em Flagrante e das formalidades legais.

 

 

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Golpe de falso consórcio de veículos faz várias vítimas em São Luís


 

O Ministério Público do Maranhão determinou a suspensão das atividades das empresas + Cred Soluções Financeiras (RB Financeira) e Alpha Bank Consórcio, situada em São Paulo, que atuavam na venda fraudulenta de contratos de consórcio em São Luís.

A decisão da juíza Stela Braga atende a uma denúncia feita pela promotora de Justiça de Defesa do Consumidor de São LuísLítia Teresa Costa Cavalcanti.

Foram presos os representantes legais das empresas, Francisco Boaes Júnior (+ Cred Soluções Financeiras Ltda) e Carlos Alberto Pires (Alpha Bank Consórcio Ltda). Também foram denunciados os vendedores envolvidos nas ilegalidades, identificados como Victor Hugo LimaDerlyane FerreiraGabriel Silva e Camila Boaes.

O esquema

Segundo a promotora Lítia Cavalcanti, inicialmente os consumidores eram atraídos por vendedores da + Cred Soluções Financeiras em anúncios no Facebook ou na plataforma Olx, com oferta de veículos abaixo do valor de mercado. No anúncio, geralmente constava exigência de valor de entrada, simulando contrato de financiamento.

“O esquema consistia na oferta e comercialização enganosa de contratos simulados de consórcio como se fossem operações de financiamento, mediante pagamento de entrada. Após o pagamento, os denunciados se apropriavam dos recursos, não disponibilizavam o bem pretendido, não cancelavam o contrato e nem devolviam os valores pagos”, explica.

A aparência de credibilidade dos anúncios era dada pelo uso fraudulento de fotos de veículos que realmente estavam sendo vendidos em lojas ou anunciantes na capital. Os consumidores eram induzidos a celebrar contratos de consórcio com a Alpha Bank Consórcio, não autorizada pelo Banco Central para atuar no sistema financeiro.

Depois disso, os vendedores ludibriavam, protelavam a entrega dos veículos e obtinham mais vantagens ilegais. Quando os consumidores solicitavam vistoria dos veículos que, em tese, estavam sendo comprados, os vendedores informavam que o bem já havia sido negociado, mas que possuíam outro com as mesmas características, preço e prazo de entrega, ou apresentavam “um veículo de amigo ou em uma concessionária”.

Vítimas da má fé

Após ver no Facebook um anúncio de venda de um veículo Fiat Strada, no valor de R$ 45 mil, em setembro de 2021, uma cliente entrou em contato com a + Cred Soluções Financeiras e foi atendida pelo vendedor Victor Hugo Lima.

Vários consumidores foram enganados pelos fraudadores. (Foto: Reprodução)

Ela celebrou contrato, imaginando se tratar de contrato de financiamento do veículo, pagou R$ 20.400 como entrada e, posteriormente, constatou que o documento era uma carta de crédito no valor de R$ 234.600, do banco Alpha Bank Consórcio.

Depois do pagamento, Victor Lima informou que o contrato era um consórcio, em que a consumidora poderia ser ou não contemplada. O valor pago não foi devolvido e nem o veículo foi entregue.

Um mês após, a mesma coisa foi feita pela vendedora Derlyane Ferreira contra outra vítima, que pagou R$ R$ 5.600 mil, como entrada de uma picape Toyota Hilux 2002, no valor de R$ 42 mil, também anunciada pelas empresas no Facebook.

A segunda consumidora assinou contrato, acreditando ser um financiamento, quando, na verdade, era uma suposta carta de crédito no valor de R$ 55 mil, do Alpha Bank Consórcio. A funcionária informou à cliente que receberia o bem em 10 dias. O prazo expirou, e a empresa não entregou o veículo e nem devolveu o valor pago.

No mesmo mês, uma terceira vítima compareceu ao escritório da + Cred Soluções Financeiras e foi atendida pela funcionária Camila Boaes, que informou a consumidora sobre a suposta existência de crédito no valor de R$ 75 mil em nome da consumidora.

Para usar o crédito, deveria ser pago o valor de R$ 7 mil, a título de entrada. A cliente assinou contrato com a Alpha Bank Consórcio, no valor do crédito, com promessa de contemplação até o dia 10 de novembro daquele ano. Não houve contemplação da consumidora, o valor pago não foi devolvido e o contato com a empresa não foi mais possível.

Simulações fraudulentas

Os envolvidos no esquema fraudulento atuavam como instituição financeira, realizando simulações de operações de crédito sem autorização legal.

Eles protelavam a entrega do bem, alegando que a culpa pela não contemplação era da “matriz nacional”, ou seja, Alpha Bank Consórcio. Passavam a não responder mais as mensagens dos consumidores, ao ponto deles solicitarem desistência dos contratos, por meio de formulário específico, prevendo espera obrigatória de 220 meses para devolução dos valores, com exigência dos descontos legalmente previstos.

Preso suspeito de matar, a tijoladas, mulher encontrada nua em lava jato



A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu em flagrante, nesta terça-feira (7), um homem suspeito de matar a ex-companheira, encontrada morta nesta segunda-feira (6) em um lava jato no bairro Sítio Natureza, em Paço do Lumiar, Região da Grande Ilha de São Luís.

Tatiane Corrêa foi achada sem as roupas e com marcas de agressão no rosto, feitas por tijoladas. De acordo com Wanda Moura, chefe do Departamento de Feminicídio da Superintendência de Homicídio e Proteção a Pessoas (SHPP), o suspeito acabou se contradizendo durante o depoimento.

Depoimentos conflitantes

Primeiro, o suspeito disse que ficou em casa na noite de domingo (5), enquanto a vítima teria saído sozinha. Em outro momento, afirmou que estava, na verdade, usando drogas em frente ao local em que a vítima foi encontrada morta.

De acordo com a delegada, o suspeito foi visto por testemunhas saindo nervoso do local, com vestígios de sangue na camisa. Ainda segundo a Polícia Civil, Tatiana e o suspeito se conheciam há dez anos, e mantinham um relacionamento há três.

Tatiane Corrêa chegou a morar em São Paulo, e ao retornar ao Maranhão no início deste ano, voltou a namorar com o suspeito. Segundo a polícia, o relacionamento do casal era marcado por brigas, causadas pelo uso excessivo de drogas que o suspeito fazia.

O homem foi preso e levado para o Sistema Penitenciário do Maranhão, onde permanece à disposição da justiça.

 

segunda-feira, 6 de junho de 2022

No Maranhão, homem foragido é preso suspeito de estuprar a ex-mulher no Piauí

 



A Polícia Civil do Maranhão, na manhã deste domingo (5), deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido no Estado do Piauí, em desfavor de um homem suspeito de estuprar a ex-mulher.

O acusado foi preso em uma casa na cidade de São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís. Segundo as investigações, o crime aconteceu no dia 26 de maio deste ano, na cidade de Nazária, a cerca de 35 km de Teresina.

A ex-mulher do acusado é professora da rede de ensino do Piauí, A vítima estava dentro de um ônibus escolar, quando o ex-marido perseguiu o coletivo em sua moto e parou o veículo para retirá-la à força de dentro ônibus.

Os depoimentos apontam que a professora foi arrancada de forma violenta pelo braço e ainda sofreu ameaças do homem. Testemunhas também afirmam que, sem êxito, alguns colegas de trabalho tentaram impedir que o ex-marido levasse a mulher.

O homem a levou para um motel no bairro Saci, na zona Sul de Teresina. A vítima denunciou para a Delegacia de Defesa dos Direitos da Mulher em Teresina o caso de estupro.

Segundo a polícia, o suspeito, nascido na cidade de Fortaleza, no Ceará, residia no Piauí, mas fugiu após o crime. O homem foi localizado em uma casa em São José de Ribamar, no Maranhão, foi preso e será conduzido ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde ficará a disposição do Poder Judiciário