RÁDIO TROPICAL FM 89,3

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Não Percam as finais do Campeonato Zona Rural Versão 2019 no Serra Dourada


LIGA ESPORTIVA DE SANTA LUZIA DO PARUÁ
ESCALA DE ARBITRAGEM PARA AS FINAIS DO CAMPEONATO ZONA RURAL 2019.


REGIÃO DAS LAGES
JOGO
ATLÉTICO DO LELAU X CRICIÚMA DO CIZINO
DATA 10/11/19
LOCAL ESTÁDIO SERRA DOURADA
ARBITRO: CESAR NUNES
ASS. 1 FÁBIO CABRAL

ASS. 2 PROF. BRANCO


REGIÃO DAS QUADRAS
JOGO
CHAPECOENSE X NOVO UNIÃO
DATA 27/10/19
LOCAL ESTÁDIO SERRA DOURADA
ARBITRO: JHASON
ASS. 1 PAULO ARAÚJO
ASS. 2 YURI



A Liga Esportiva pede aos trios que estejam no local da partida 30m antes do início do jogo..

De já agradece
Pres. da LESLP

Reportagem : Willame Policarpo

Líder do PSL na Câmara diz que vai implodir Bolsonaro, mostra áudio do deputado


Em meio ao racha do PSL, o deputado Delegado Waldir (GO), líder do partido na Câmara, foi gravado dizendo que vai implodir o governo de Jair Bolsonaro (PSL). "Vou fazer o seguinte, eu vou implodir o presidente. Aí eu mostro a gravação dele, eu tenho a gravação. Não tem conversa, eu implodo o presidente, cabô, cara. Eu sou o cara mais fiel a esse vagabundo, cara. Eu votei nessa porra, eu andei no sol 246 cidades, no sol gritando o nome desse vagabundo", disse o deputado.
A reportagem teve acesso ao áudio, revelado pelo site R7. A conversa foi gravada no gabinete do deputado nesta quarta-feira (16).
O presidente Bolsonaro sofreu duas importantes derrotas nesta quinta-feira, em meio à crise deflagrada entre ele e o presidente nacional do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE).
A primeira derrota foi a permanência do Delegado Waldir (GO) como líder do PSL na Câmara. Um dia antes, com a ajuda de Bolsonaro, aliados do Palácio do Planalto tentaram destituir Waldir do cargo e substituí-lo pelo deputado Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente Bolsonaro.
Antes de confirmar a permanência de Waldir, a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados conferiu as assinaturas das três listas protocoladas na noite de quarta-feira (16), duas delas apresentadas pela ala bolsonarista do PSL. Segundo deputados, o presidente atuou pessoalmente para influir no processo.
Em outro capítulo da guerra aberta no PSL, Bivar destituiu Eduardo e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente, dos comandos da legenda em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente. Outra aliada de Bolsonaro, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) também foi removida da presidência do PSL do Distrito Federal.
Nas redes sociais, Fabio Wanjgarten, secretário especial de Comunicação Social da Presidência, publicou um tuíte, sem mencionar a crise do PSL, destacando a "força popular" de Bolsonaro.
"Não é exagero falar que muitos só estão onde estão por causa do presidente. Jamais teriam saído da irrelevância sem a força popular dele. Dizer que nunca foram ajudados é negar a própria origem. Lealdade e gratidão podem ser esquecidas quando convém, mas não pelo povo", escreveu.
O esquema de candidaturas laranjas do PSL, caso revelado pelo jornal Folha de S.Paulo em uma série de publicações desde o início do ano, deu início a atual crise na legenda e tem sido um dos elementos de desgaste entre o grupo de Bivar e o de Bolsonaro, que ameaça deixar o partido.
O escândalo dos laranjas já derrubou o ministro Gustavo Bebianno, provocou o indiciamento e a denúncia do ministro Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) e levou a uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal a endereços ligados a Bivar em Pernambuco.
Na semana passada, diante disso, Bolsonaro requereu a Bivar a realização de uma auditoria externa nas contas da legenda. A ideia tem sido a de usar eventuais irregularidades nos documentos como justa causa para uma desfiliação de deputados da sigla, o que evitaria perda de mandato. O episódio, no entanto, criou uma disputa interna na sigla, com a ameaça inclusive de expulsões.
A aliados Bolsonaro tem dito que só oficializará a saída do PSL caso consiga viabilizar a migração segura de cerca de 20 deputados do PSL (de uma bancada de 53) a outra sigla.
Nos bastidores, esses parlamentares já aceitam abrir mão do fundo partidário do PSL em troca de uma desfiliação sem a perda do mandato. A previsão é de que o PSL receba R$ 110 milhões de recursos públicos em 2019, a maior fatia entre todas as legendas.
A lei permite, em algumas situações, que o parlamentar mude de partido sem risco de perder o mandato -entre elas mudança substancial e desvio reiterado do programa partidário e grave discriminação política pessoal.
GUERRA DE LISTAS
Na noite de quarta, a ala bolsonarista entregou uma lista com 27 assinaturas para tirar o deputado Delegado Waldir do comando da bancada. Pouco depois, a ala bivarista apresentou sua própria lista, com 31 deputados. Os aliados do presidente apresentaram outra lista, com 27 nomes.
Segundo a Secretaria-Geral, das 27 assinaturas da primeira lista, 26 conferiram. Na lista dos apoiadores de Waldir, dos 31 nomes, 29 foram confirmados. E da terceira, dos 27 nomes, 24 conferiram -a assinatura é comparada com o cartão de assinatura do deputado.
A Secretaria-Geral reportou a análise ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que a chancelou. Pelas regras, a última lista apresentada valeria. Mas, como não alcançou um nome a mais da metade dos parlamentares do partido, foi desconsiderada. Ficou valendo, então, a protocolada pelos apoiadores do Delegado Waldir, a única também com apoio de mais da metade dos deputados peselistas.
Alguns nomes aparecem em listas rivais, como os dos deputados Coronel Chrisóstomo, Daniel Silveira e Luiz Lima. Nesta quinta, Delegado Waldir reuniu jornalistas e afirmou que os dissidentes da ala bolsonarista não serão expulsos, mas poderão sofrer sanções legais.
"Ninguém vai ser expulso. Nós vamos atender o que existe de regras na Constituição, no que existe no regimento da Câmara e dentro do regimento do PSL", afirmou.
Apesar do tom pacificador, Waldir criticou "algumas pessoas que não respeitaram o partido, o presidente Luciano Bivar, a minha pessoa e outros parlamentares."
Ele disse estar sofrendo uma campanha "deliberada" para prejudicar a imagem de alguns parlamentares com fake news. "Esses que estão usando esse critério, propagando difamação, até calúnia, essas pessoas sofrerão as sanções legais", disse.
Reportagem : Willame Policarpo

Projeto propõe reconhecimento a Petrônio Portella como herói da Pátria


Em Projeto de Lei (PL 5342/2019) apresentado na Câmara dos Deputados, o deputado federal Flávio Nogueira (PDT-PI) propõe a inserção do nome do ex-governador do Piauí, Petrônio Portella, no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. Portella articulou mudanças fundamentais para a volta do Brasil à democracia: a Lei de Anistia, que acalmou os ânimos e trouxe de volta os exilados; o fim do AI-5; e a reforma no sistema partidário, que rompeu as amarras do bipartidarismo e abriu o país para a diversidade ideológica do multipartidarismo. 
Para Nogueira, Portella teve inegável mérito na abertura política. Com coragem e determinação, ele foi para dentro do Governo Militar, atuando com intuito de desarticular o regime. Revelou-se um combatente pela causa da liberdade com participações decisivas na história do Brasil com destaque na condução do processo de transição para a democracia, antecipando o fim do regime militar, em uma época em que o medo paralisava muitos de nossos políticos.
“Petrônio foi político articulador e conciliador, com elevada capacidade de dialogar com os adversários e de se adaptar a novas situações políticas. Um dos mais talentosos políticos brasileiros da segunda metade do século XX, figura central na articulação das mudanças fundamentais para a volta do Brasil à democracia. Ele honrou e dignificou a vida pública do país”, destaca o parlamentar.
Ser incluído no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria é receber um reconhecimento formal do Estado brasileiro de grandes feitos para o país. A obra inclui, entre heróis e heroínas, nomes como Getúlio Vargas, Dom Pedro I, Tiradentes, Santos Dumont, Zumbi, Anita Garibaldi, e está depositada no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília.
Reportagem : Willame Policarpo

Administrador da feira da Cohab é assassinado a tiros em São Luís


O administrador da feira da Cohab, identificado como Dimas Garcia Araújo, foi executado na manhã desta quinta-feira (17), em São Luís.

Segundo a polícia, a vítima foi morta por um feirante conhecido como Nilson. A motivação seria a disputa por ponto comercial na feira.


Ainda de acordo com informações policiais, Dimas e o acusado discutiram ontem (16) pelo box da feira. E nesta quinta-feira, Nilson se aproximou da vítima e efetuou 5 disparos contra o administrador, que foi alvejado por 3 tiros. Ele não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

Reportagem : Willame Policarpo

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Bando faz barreira em bairro de São Luís e executa dois homens


Dois homens foram mortos a tiros na noite dessa quarta-feira no Residencial José Reinaldo Tavares, na região da Cidade Olímpica, em São Luís. As primeiras informações que a polícia conseguiu no local são de que os crimes foram cometidos por cinco bandidos que estavam com armas de diversos calibres. Eles estavam em um veículos e tinham até coletes à prova de bala.
As vítimas foram identificadas como Jardeilson Silva Costa e Dalvis Costa. Ainda segundo a polícia, as duas vítimas foram surpreendidas na travessa no residencial por uma barreira formada por criminosos fortemente armados. Os bandidos chegaram no local disparando vários tiros, inclusive contra as vítimas, que estavam retornando do trabalho em motocicletas. Os dois morreram no local.
Após o crime, várias equipes policiais foram até o local para apurar informação e tentar localizar os responsáveis pela ação.
Segundo informações, nenhuma das vítimas tinha passagem pela polícia.
Na manhã desta quinta-feira, em uma grande operação, equipes da polícia retornaram até o local e em buscas conseguiram encontrar dois revólveres e uma submetralhadora. Até o momento uma pessoa foi presa suspeita de envolvimento na ação criminosa.
Reportagem : Willame Policarpo

Feto é encontrado em estado de putrefação, na Vila São Luís


O Instituto de Criminalística (ICRIM) investiga o caso de um bebê que foi encontrado na segunda-feira (14) em estado avançado de putrefação, na Vila São Luís, região metropolitana da capital. Segundo informações extraoficiais, o Instituto de Criminalística (ICRIM) acredita que ele tenha morrido três dias antes.
A condição em que o feto foi encontrado atrapalha o exame médico Docimasia de Galeno, que ajuda a determinar se ele nasceu com vida ou não. O bebê já estava em fase gasosa de putrefação, infiltrando o tecido celular subcutâneo e modificando, progressivamente, a fisionomia e a forma externa do corpo.
O feto de sexo feminino estava enrolado em uma sacola plástica em um terreno baldio, sem lesões aparentes e com o cordão umbilical. Estima-se que o bebê estaria no 8° ou 9° mês de gestação. O ICRIM vai identificar se houve homicídio ou aborto; e se a morte foi provocada ou natural.
Reportagem : Willame Policarpo

Prefeitos criam consórcio para auxiliar nas ações municipalistas


Prefeitos de oito municípios maranhenses se uniram para criação do Consórcio Maranhão com objetivo de ampliar a mobilidade das ações da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão. O ato de fundação do novo consórcio ocorreu na manhã desta quarta-feira (16) na sede da Famem, em São Luís, em reunião convocada pelo presidente Erlanio Xavier, autor da iniciativa de criação da entidade.
Vinculado à Famem, o consórcio terá como presidente o prefeito Juran Carvalho (Presidente Dutra); vice-presidente Jailson Fausto Alves (Lima Campos) e secretário geral Júnior Cascaria (Poção de Pedras). O conselho fiscal contará com a participação dos prefeitos Erlanio Xavier (Igarapé Grande), André Dourado (Carutapera), Maria da Luz (Governador Eugênio Barros) e dos suplentes Eudina Costa (Bernardo do Mearim) e Edijacir Leite (Lago dos Rodrigues).
Juran Carvalho acredita numa adesão em massa dos gestores maranhenses ao consórcio em curto espaço de tempo. “Vejo o Consórcio Maranhão como um grande avanço para todos os prefeitos do estado, principalmente pelo seu vínculo com a Famem. Através deste instrumento os gestores vão poder obter recursos junto ao governo federal para seus municípios”, sublinhou o prefeito Juan Carvalho. Para o presidente do Consórcio, este será uma alternativa para os municípios em situação de inadimplência.
Como entidade jurídica de direito público de natureza autárquica, o Consórcio será uma ferramenta para que a Famem obtenha maiores conquistas nos pleitos do movimento municipalista no estado. Por meio do Consórcio Maranhão, as prefeituras consorciadas conseguirão maior poder de manobra em ações administrativas e operações financeiras.
Sem qualquer custo, os prefeitos poderão se participar do consórcio a qualquer momento de maneira espontânea e incondicional. Entre os benefícios, o consorciado poderá participar de compras coletivas, permitindo aquisição de produtos com registro de preços mais reduzidos e licitações mais céleres.
O consórcio possibilitará ainda resolução de alguns problemas comuns enfrentados pelos gestores de municípios de médio e pequeno porte, como a questão do lixo.  São problemas como, por exemplo, a destinação de resíduos em obediência às leis da Polícia Nacional de Resíduos Sólidos.
O prazo para adequação dos municípios se encerra em julho de 2020, para municípios com população acima de 50 mil habitantes. Para os municípios de população inferior a este contingente, o prazo se estende a mais um ano.
Reportagem : Willame Policarpo