sexta-feira, 25 de setembro de 2015

João Abreu ia se entregar, mas polícia fez questão de fazer a cena da prisão

João Abreu
Mas não foi preciso. A determinação da sua prisão virou questão de honra para o Palácio dos Leões. Então, ele foi esperado no desembarque no aeroporto Cunha Machado e preso como se fosse um dos maiores bandidos foragidos do país.
A prisão dele decorreu de investigações feitas depois que teve o nome citado pelo ex-contadora do doleiro Alberto Yousseff, que sexta-feira (15), se encontra preso no Paraná pela operação Lava Jato.
Mary Posa disse que veio ao Maranhão junto com o doleiro para tratar do pagamento dos precatórios da UTC/Constran, da ordem de R$ 134 milhões.
E que ficou acertado o pagamento de uma o propina no valor de R$ 6 milhões para o então governadora Roseana Sarney. Posteriormente Yousseff revelou em depoimento que entregou R$ 3 milhões para em emissário de João Abreu no hotel Luzeiros.
A Seic se interessou pelo assunto por ordem expressa do governador Flávio Dino e investigou o caso. Em seguida pediu a prisão do empresário quando ele ainda permanecia em São Paulo.
Existem rumores de que há um pedido neste mesmo sentido para a ex-governadora Roseana Sarney debruçada na mesa do juiz Osmar Gomes, o mesmo que decretou a prisão de Abreu.
O que chama a atenção em tudo isso é o jogo político. A polícia sabe, assim como o governador de plantão tem conhecimento, de que tem ex-primeira dama dono de shoppings em Goiás e Brasília que abocanhou diversos lotes de propinas da Secretaria de Estado da Educação. E pedido de prisão ou investigação nem pensar



Reportagem. Willame Policarpo

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