segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Santa Luzia do Paruá: Transferência de servidora pública seguida de desconto salarial cruel provavelmente sem justificativa poderá render na justiça!

Waldenes de Freitas Gomes e o esposo Wellington
A servidora Waldenes de Freitas Gomes sente-se perseguida pelo atual governo municipal de Santa Luzia do Paruá. Isso porque esta já está contabilizando sua quinta transferência consecutiva dentro do atual governo: Em 2013 ela estava na escola Carlos Aguiar, foi transferida para o Rodoshoping, depois foi para o Conselho Tutelar, e orientado pelo Ministério Público rejeitou duas designações uma para o Abrigo dos Idosos e outra para a Escola Vovó Chiquinha.

Qual seriam os motivos para tantas transferências? Seria porque a mesma tem ligação com o Sinproesemma? Ou seria por ter um grau de parentesco com a Elissandra Durans que é coordenadora do sindicato? Não se sabe ao certo quais são as motivações dessa administração para tantas transferências. O que se sabe, é que o Ministério Público já foi acionado para tomar as devidas providencias. E não para por aí!
 
 
Extrato e as Cédulas duas de 50,00 Reais e uma 5,00 Reais.
Recentemente, o moderador deste blog foi contactado uma segunda vez para receber maiores esclarecimentos sobre este caso e nesta dada ocasião, a funcionária e seu esposo Wellington nos repassaram, que sob orientação do promotor de justiça Dr. Agamenon que está investigando o caso, assinou o seu próprio livro de pontos acompanhado das assinaturas dos funcionários do Conselho Tutelar, que segundo o casal já conhecem o caso da Waldenes e dão total apoio e são testemunhas de sua conduta ilibada, inclusive o de seu cumprimento de horários e deveres enquanto servidora pública municipal concursada como AOSD. 

Entre as mais chocantes declarações de Waldênia ao nosso blog (temos gravações!), é aquela em que a mesma afirma que o secretário de administração Adelson Moreira teria dito a terceiros de que "De que quem manda na prefeitura ´sou eu não é promotor não". Pelo sim ou pelo o não, o fato é que a funcionária apresentou ao nosso blog o extrato de sua conta na Caixa com repasse de apenas R$ 105,00 de seu salário do mês de R$ 780,00. 


A servidora tem uma filha pequena, está grávida de 4 meses e nesta condição diz ter passado por um verdadeiro flagelo de muitas humilhações, entre elas a de ter que está rebatendo as constantes acusações que considera sem sentido e respaldo de testemunhas, tais como: insubordinação, não cumprimento de seus deveres e de que seria causadora de intrigas no seu ambiente de trabalho.  Indignados com a situação que vem enfrentando, o casal Waldênes e Wellington disseram ao nosso blog que aguardam a chegada do promotor de justiça da comarca para encontrar uma solução aos impasses que vem tendo com a administração e para tanto espera contar a intermediação de uma assessoria jurídica.
 
 
 
Vamos aguardar!
 
 




Fonte. Blog Luis Magno














Nenhum comentário:

Postar um comentário