segunda-feira, 28 de março de 2016

Três vítimas fatais e 55 carros com pneus furados na rodovia da morte

Quem escolheu o feriado para viajar, enfrentou vários problemas ao longo do percurso além de prejuízos por conta do estado de precariedade em que se encontra nossas rodovias. Outras três vítimas, lamentavelmente sequer retornaram para suas casas, e tudo pelo mesmo motivo: crateras nas BR’s.
Três pessoas perderam a vida, sendo uma adolescente de 15 anos, no último domingo, 20, no Km 7 da BR-135, chegando a São Luís. Francelia Silva estava na garupa de uma moto que era pilotada pelo seu companheiro que ao tentar reduzir a velocidade para desviar de um buraco acabou sendo colidido na traseira por um veículo não identificado.
No sábado,19, um homem morreu esmagado após cair debaixo de uma carreta na cidade de Santa Rita. A vítima pilotava uma moto e ao passar por um quebra-molas se desequilibrou e foi parar debaixo do veículo de carga.
O acidente foi por volta das 15h no Km 69 da BR-135 . Ariel dos Santos Aguiar era morador do município.
E o caso mais recente e que chocou a população foi o da bailarina Ana Lúcia Duarte Silva de 51 anos, vítima de latrocínio no KM 15 da BR-135. Ela foi atingida por seis tiros de espingarda quando foi obrigada a reduzir a velocidade devido a quantidade de buracos.
Três adolescentes são suspeitos do crime.  Ana Lúcia mesmo baleada teve os pertences subtraídos, ela voltava de Igaraú com uma amiga que conseguiu fugir dos assaltantes.
Ana Lúcia era conhecida na dança, especificamente no tambor de crioula e era professora de história.
Além da violência, foi registrado auxilio a 55 veículos que tiveram os pneus furados ou até mesmo quebraram devido a quantidade de buracos na BR. Ontem a noite, mesmo com muita chuva os condutores foram obrigados a ficarem nos acostamentos escuros em busca de ajuda, mais de 10 carros se acumularam no KM 17 da estrada até a madrugada.
A comunidade do Mangue Seco II, resolveu fazer o trabalho do DNIT ainda durante o domingo e taparam várias crateras utilizando pedras.
menina

reportagem. Willame Policarpo

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