quarta-feira, 13 de abril de 2016

Acusado de esquartejar adolescente em Pedreiras se entrega à polícia e confessa crime



Na manhã desta quarta-feira (13), José António de Sousa, o “Toinho”, 20 anos de idade, se apresentou na 14ª Delegacia Regional de Pedreiras acompanhado de sua mãe. Toinho é acusado de participar do assassinato e esquartejamento do adolescente Manoel Messias da Silva, de 14 anos, ocorrido na noite da última segunda-feira (11).

Em depoimento a polícia, ele confessou ter cometido o crime na companhia de um menor de 16 anos, apreendido ontem [terça-feira] à tarde no local onde o corpo foi encontrado.

Messias / 14 anos

Segundo o delegado Plínio Napoleão, responsável pelo caso, o menor W. S. G. de 16 anos, apreendido no local do crime, revelou que participou, junto com adulto José Antônio de Sousa, mais conhecido pelo apelido de Toinho, do assassinato e esquartejamento de Messias.



O delegado esclareceu que o assassinato ocorreu por volta das 20h00 da segunda-feira, quando chovia forte em Pedreiras. O menor apreendido disse, em depoimento a polícia, que os três estavam em uma casa; a vítima e o adulto consumia um tipo de droga conhecida como solvente. 

No momento, Messias recebeu R$ 100,00 para comprar lanches; na volta com o lanche, o adolescente disse que tinha perdido o troco dos R$ 100,00. 

Isso irritou os dois, porque acreditaram que ele na verdade ficou com o restante do dinheiro. Enquanto o menor segurava o adolescente, o adulto o matou com três golpes de faca que atingiram a região do tórax da vítima.

 Eles levaram o corpo para a região de difícil, próximo a Rua Três do Parque Henrique e esquartejaram o cadáver no local para impedir que fosse reconhecido.  Protegidos pela escuridão e a chuva, eles desmembraram a cabeça, os braços, pernas, testículos, pênis, mãos de Messias e espalharam pela área.

O menor foi apreendido no dia seguinte, no local da desova. A polícia desconfiou das atitudes dele, que orientava as equipes de buscas, onde estavam os restos mortais de Messias. 

O menor W. S. G.  tem passagem pela polícia, durante o depoimento, acompanhado pela mãe, se mostrou frio, sem arrependimento; sua preocupação maior era diminuir a culpa no bárbaro assassinato. Na região onde ele reside, em Pedreiras, é temido pelos moradores. 




reportagem. Willame Policarpo.

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