terça-feira, 10 de maio de 2016

Quadrilha formada por estelionatários de Brasília é presa em Santa Luzia do Paruá após aplicar vários golpes na região.


Os policiais de Santa Luzia do Paruá em patrulhamento nas proximidades da agência bancária da Caixa Econômica Federal, foram acionados por uma vítima que relatou ter sofrido uma subtração de bens proveniente da ação de estelionatários.

A vítima relatou aos policiais que as duas suspeitas de terem cometido o crime levaram da mesma cerca de R$ 1,176,00 reais além de um aparelho celular da marca Samsung e cartões pessoais.

A vítima caiu no golpe após ser abordada e ter ouvido a promessa de que seria recompensada com um relógio, por ter encontrado algo que pertencia às estelionatárias.

Com as características do veículo usado na fuga, os PMS acionaram as guarnições das cidades de Nova Olinda e Presidente Médici para realizarem uma barreira e abordarem qualquer carro de passeio de cor preta.

Ao receber a informação de que um carro com as mesmas características foi visto se deslocando sentido à Nova Olinda os policiais conseguiram abortar a fuga dos criminosos que já vinham praticando esse tipo de crime há meses e por várias cidades do Maranhão.

Com eles a polícia apreendeu 03 celulares da marca LG, 04 celulares da marca Samsung, 01 celular da marca Alcatel, 01 celular da marca Mox, 05 cartões de crédito, 01 cartão do Bolsa Família, 01 folha de cheque do Banco do Brasil no valor de R$ 22 mil, 21 cedúlas falsas semelhantes a notas de R$ 100 reais, 01 veículo Gol 1.0 de cor preta ano 2009/10, placa JIL-4525 de Brasília-DF, 07 carteiras porta cédulas/documentos, 05 bolsas femininas, 04 mochilas de bagagem, frascos de perfume e outros objetos de origem pessoal dos suspeitos detidos.

São eles, Erick Djalma Bandeira (41 anos), Alex Sander Pereira Ribeiro (29 anos), Antonia Neizeli da Silva Azevedo (46 anos) e Rebeca Scarlete de Jesus Oliveira (19 anos) foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil de Santa Luzia do Paruá onde se encontram à disposição da justiça.


reportagem. Willame Policarpo.

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