terça-feira, 14 de junho de 2016

SEIS BRASILEIROS SAÍRAM FERIDOS NA NOITE GAY ONDE UM ATIRADOR MATOU 50

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O massacre ocorrido na madrugada deste domingo, em Orlando na Flórida chocou o mundo. O atirador identificado como Omar Mateen, pelo que se especula foi influenciado por extremistas mas até então não existem provas claras que confirme o caso.
A fatalidade ocorrida deixou 50 pessoas mortas incluindo o atirador e 53 feridas, dentre eles alguns brasileiros. As armas utilizadas pelo assassino foram compradas legalmente no país, situação que foi criticada pelo presidente Obama.
A polícia busca informações se o atirador do massacre na boate Pulse teve ajuda de outras pessoas, as ruas nas proximidades estão todas interditadas para ajuda nas investigações.
Omar tinha 29 anos e foi morto pelos policiais que conseguiram invadir o local cerca de três horas depois.Ainda no domingo, o pai do atirador confessou que o filho era uma pessoa calma mas que teria se irritado há alguns dias após ver dois homens se beijando.
No momento da tragédia, cerca de 350 pessoas estavam no local, os sobreviventes relataram cenas de carnificina.Uma das vítimas conseguiu se comunicar com sua mãe através de um aplicativo de mensagens por alguns minutos.
“Mamãe eu te amo”, diz a primeira mensagem às 02:06. “Na boate onde houve o disparo”, escreve ele em seguida. Mina Justiça tentou ligar para seu filho, mas não teve nenhuma resposta.
Ela, então enviou uma resposta: “Você está bem?” Às 2:07, ele escreveu: “Preso no banheiro”. Ela perguntou o nome da boate e ele respondeu “Pulse..chame a polícia”. Então, às 2:08 ele escreveu: “Eu vou morrer”.
A mãe ligou para a polícia e enviou várias mensagens ao filho depois na esperança de que eles respondesse. Às 02:39 ele respondeu: “Chame eles mãe. Agora. Ele está vindo. Eu vou morrer”, escreveu.
A mãe apelou desesperadamente para que o filho respondesse. Então, às 2:49 Eddie escreveu que ainda estava escondido no banheiro. “Ainda aqui no banheiro. Eles (policiais) precisam vir nos pegar”. A mãe informou que a polícia estava lá, e o jovem escreveu “Depressa” e “Ele está no banheiro com a gente” e “Ele é um terrorista”. Em seguida ela perguntou se o terrorista estava no banheiro e, um minuto depois, a mãe recebeu um texto final de seu filho: “Sim”.
A mãe ainda não teve informações do filho.

reportagem. Willame Policarpo.

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