segunda-feira, 4 de julho de 2016

Identificadas vítimas de tragédia ocorrida em Campo de Perizes.

Pelo menos duas famílias foram destruídas no grave acidente. Oito pessoas tiveram as vidas ceifadas.
vitimas
 
Um acidente fatal ocorrido no KM 38 da BR-135, em Campo de Perizes envolvendo uma caçamba de lixo e um veículo de passeio corsa Classic, tirou a vida de oito pessoas, entre elas três crianças.
 
O veículo que servia como “carro-lotação” trazia os oito passageiros da cidade de Humberto de Campos, cidade distante há 153 km da capital.
 
O motorista identificado como Reginaldo “careca”, era natural de São Vicente de Férrer e trabalhava sempre fazendo viagens no percurso. Ele perdeu a vida ao lado da esposa e da filha, ambas identificadas como Vanda e Hanna.
Além da família de Reginaldo, avó, mãe e filho de outra família também morreram no acidente. A família do menor Kelvin Daniel da Conceição de 1 ano e 6 meses também foi destruída.
 
O menor morreu juntamente da mãe Valdicleide Santos de 34 anos e da avó Helena Santos de 70 anos.
Outras duas pessoas também tiveram os sonhos interrompidos. Um homem de 28 anos identificado como Dioninson da Silva viria para a capital trabalhar como pedreiro, mas acabou morrendo no local. E também Rosania dos Santos de 14 anos viria para a casa da irmã na tentativa de ingressar nos estudos e cursos.
 
O IML liberou o corpo das vítimas às 13h de ontem, e ambos foram encaminhados para a cidade de Humberto de Campos onde serão velados.
 
Por conta da tragédia, o município decretou luto de 3 dias.  O motorista da caçamba que sobreviveu ao acidente encontra-se internado em um hospital devido os ferimentos que teve. Ele prometeu se entregar à polícia assim que receber alta.
 
Mãe e o filho de 1 ano e meio foram vítimas
Mãe e o filho de 1 ano e meio foram vítimas
motorista Reginaldo conhecido como "careca"
motorista Reginaldo conhecido como “careca”
Vanda, esposa do motorista
Vanda, esposa do motorista
jovem Roninson de 28 anos
jovem Dioninson de 28 anos
Rosania de 14 anos
Rosania de 14 anos


reportagem. Willame Policarpo

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