quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Tremor causa rachaduras em casas da cidade de Belágua, MA.

Abalo sísmico de 4,7° foi registrado em Belágua (MA) nesta terça-feira (3) de Janeiro.
Cidade é um dos locais apontados como epicentro do tremor.

Moradores da cidade de Belágua, no leste maranhense, foram surpreendidos por um tremor terra de magnitude 4,7 na escala Richter que teve seu epicentro entre a cidade e Vargem Grande, município vizinho que dista 180 km de São Luís, segundo o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UNB). Outras cidades maranhenses também foram atingidas na manhã desta terça-feira (3).

Algumas casas apareceram com rachaduras nas paredes, enquanto em outras sofreram com o afundamento do piso.  O primeiro levantamento sobre possíveis danos e riscos causados à cidade de Belágua por conta do tremor foi realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão.

A mobilização do Corpo de Bombeiros e monitoramento da situação em Belágua, um dos locais apontados como epicentro do tremor, ocorreu imediatamente após o comunicado emitido à Coordenadoria Estadual de Proteção de Defesa Civil. O tremor ocorreu às 9h50 e foi classificado como um abalo sísmico ligeiro, com magnitude de 4.0 a 4.9 na escala Richter.
O comandante-geral do CBMMA, coronel Célio Roberto, informou que foram constatados poucos danos, como rachaduras em casas, sem registro de desabamentos ou vítimas. Contudo, afirmou que vai enviar uma equipe da Defesa Civil nesta quarta-feira (4) para reforçar as ações em andamento e realizar uma análise minuciosa.

 “Percebemos in loco que as casas que apresentaram rachaduras são estruturas frágeis, sem amarração nenhuma, o que demonstra que não foi algo tão alarmante, mas claro que foi uma sensação ruim, efeito dessa onda sísmica. Daremos toda a assistência possível e apesar do tremor ser considerado abaixo de moderado, amanhã [quarta-feira] chega à cidade uma equipe da Defesa Civil que vai fazer uma vistoria minuciosa, inclusive com deslocamento para a área rural até os pontos e povoados mais distantes”, explicou o coronel Célio Roberto.

O abalo sísmico foi monitorado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), pelo Painel Global de Monitoramento e pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). O trabalho do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil Estadual foi desenvolvido em conjunto com as Superintendências Municipais de Proteção e Defesa Civil, como forma de otimizar o atendimento as ocorrências.

VEJA IMAGENS:



REPORTAGEM  WILLAME  POLICARPO.

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