quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Polícia continua buscas pela menina que desapareceu de casa em Paço do Lumiar


São 7h20  da manhã de quinta-feira (2). Até o momento, a polícia não conseguiu localizar a menina Alanna Ludmila, de 10 anos, residente no Maiobão, em Paço do Lumiar, e que está desaparecida desde a tarde desta quarta-feira (1º).  A informação do desaparecimento da garota foi passada pela própria mãe, por meio de áudio em grupos de whatsapp.

Na gravação, a mãe diz que saiu para uma entrevista de emprego às 9h. Como a entrevista demorou, ela só retornou por volta de 15h, não encontrando a filha em casa. Ela explicou que Alanna havia ficado sozinha, trancada, mas que deixou uma chave reserva, que estava ao alcance da menina.

“Deixei ela trancada porque a casa tem grade na frente e nos fundos, mas ficou uma chave reserva. Acredito que ela pegou essa chave e abriu a porta para alguém conhecido, porque sempre orientei para ela não abrir porta para estranhos”, diz a mãe no áudio. 

Em outros áudios que circulam no whatsapp, as suspeitas estariam recaindo sobre o atual namorado/marido da mãe da menina e sobre um rapaz que esteve fazendo a limpeza do quintal da residência recentemente.

Alanna é filha de um cadete do Corpo de Bombeiros do Maranhão.

Neste momento, os familiares estão na residência da menor, na Avenida 8, no Conjunto Maiobão, em Paço do Lumiar. Uma viatura da PM está de prontidão no local e outros policiais e investigadores continuam em campo para tentar localizar a menina.

Pelas informações, o pai e o padrasto da criança já foram ouvidos e negaram participação no desaparecimento de Alanna.

A parente da menina descarta a informação de que ela teria sido levada em em veículo Citroen C3-Pallas preto. “Esse veículo é de alguém aqui da imediações, mas não esteve na residência. Essa informação não procede”, disse. 


Ela confirma que foi encontrada, em uma área do Conjunto Paranã, a mochila de Alanna, contendo uma agenda e uma calcinha. A parente afirma, ainda, que não há sinais de arrombamento na porta, levando-se a acreditar que a menina tenha aberto a porta para alguém conhecido.

Qualquer informações sobre o paradeiro da menor pode ser passada para o CIOPS, por meio do 190, ou para 98315-9170.

fonte : LC
Reportagem : Willame Policarpo

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