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quarta-feira, 27 de outubro de 2021

País pode perder 90 bilhões de investimentos em ferrovias, Maranhão pode perder 2,3 bi, alerta Simplício Araújo


Ao receber o coordenador do consórcio Brasil Central o secretário de indústria, comercio e energia solicitou que todos os 7 estados integrantes façam pressão através de seus 21 senadores e 75 deputados federais, para que o Presidente do Senado. 


Rodrigo Pacheco, renove à Medida que criou o regime de autorização para construção de ferrovias pela iniciativa privada que vence nesta sexta-feira, dia 29, se o texto não for renovado, investimentos de R$ 83,7 bilhões podem ser inviabilizados.

 

Simplício cita que entidades e empresas que já solicitaram, autorização para construir trechos como Associação Brasileira da infraestrutura e Indústria de Base (ABDIB), Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais (Sindiextra). 


Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer) ,VLI Multimodal, Bracell SP Celulose, FerroesteBracell SP Celulose, Fazenda Campo Grande Empreendimentos e Participações, Planalto Piauí Participações e Empreendimentos, Macro Desenvolvimento e Petrocity Ferrovias já enviaram documento ao Presidente do senado solicitando a prorrogação da MP 1065/21. 


O plano de infraestrutura em andamento no País, que prevê a construção de 21 novos trechos de ferrovias pela iniciativa privada e R$ 83,7 bilhões em investimentos. 


Corre o risco de ser inviabilizado, dando fim à expansão de 5.640 quilômetros de trilhos na malha federal, 2,3 bilhões desses recursos compreendem à construção do ramal de interligação de Porto Franco a Balsas, no Maranhão, alertou Simplício Araújo. 


A MP pode ser renovada por mais 60 dias, mas essa decisão depende do presidente do Senado. Até agora, Pacheco não deu sinais de que vá renovar a medida. Paralelamente, ele mantém o mínimo diálogo possível com o Ministério da Infraestrutura. 


“Espero que, num momento em que tanto precisamos de investimentos e infraestrutura, que o espírito público e a defesa dos interesses do País prevaleçam e que o congresso possa defender e sustentar o novo marco regulatório do setor ferroviário”, Finalizou Simplício Araújo, representante do Maranhão no consorcio Brasil Central. 


O assunto está sendo tratado como prioridade pelo BRC, garantiu o coordenador José Eduardo Pereira Filho. 


Reportagem: Willame Policarpo

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